A exposição de arte que originou “Drácula I Love You”, disco clássico da cantora Tuca (inclui fotos inéditas e nunca vistas)

Qual é o preço de tornar-se um ícone após a morte? Qual o custo em tornar-se reconhecida devido à falta de reconhecimento? Tuca, falecida em 1978, possui um ativo fã-clube na internet em 2021, além de colecionadores desesperados por seus LPs originais. Em detrimento da “vida após a morte” em que Tuca possui prestígio, a cantora morreu no ostracismo e sem nunca ter ocupado o espaço de excelência que tanto merecia. Provavelmente, morreu triste.

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Amigo íntimo conta a história de Amy Winehouse em “Minha Amy – A Vida Que Partilhamos”

Amy Winehouse foi um acontecimento ímpar na indústria fonográfica mundial. Com carreira curta e repleta de sucessos, a artista foi uma grata surpresa ao surgir em 2003 com o álbum Frank, misturando as sonoridades do jazz, do soul e do R&B, trazendo vitalidade para os gêneros em um momento em que sua geração estava com os ouvidos voltados para o rock alternativo.

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Tem disco do King Gizzard & the Lizard Wizard chegando ao Brasil!

Polygondwanaland é o 12ª álbum lançado pelo King Gizzard & the Lizard Wizard, um dos principais nomes da psicodelia e do rock progressivo da atualidade. Ele foi o quarto de cinco discos lançados pela banda no ano de 2017, e finalmente chega ao Brasil numa prensagem nacional via Pedra Templo Animal.

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13 Discos Para Conhecer o Som Exuberante da Turquia

Surgido de uma verdadeira “sopa étnica” que configura a região da anatólia, e da mistura de sons ocidentais e orientais, o anadolu rock foi uma cena musical nascida na capital turca (Ancara), que se solidificou no início dos anos 1970 e foi extremamente frutífera. Atualmente o gênero tem sido repaginado por novos artistas e recebido um pouco mais de visibilidade no ocidente. Nessa lista, deixo minhas recomendações e falo um pouco mais sobre cada LP. Bebamos então, nesta densa fonte de sonoridades!

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Disco da Semana – The Shape of Jazz to Come: A Revolução de Ornette Coleman

Não apenas um saxofonista inovador, mas um filósofo musical, Ornette Coleman inspirou – e ainda inspira – gerações de músicos, que vão muito além do jazz, e “The Shape of Jazz to Come”, com seu profético nome, é um marco gigantesco na história do gênero.  

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