Disco da Semana: Muito além do Rumours – Seis álbuns para conhecer de verdade o Fleetwood Mac

Apesar de, a partir de 1977, a banda passar a ser reconhecida quase exclusivamente em função do sucesso estrondoso de Rumours, – um marco na música pop – este foi apenas o décimo primeiro álbum lançado por essa espécie de “coletivo” fundado em 1967 por Peter Green ao lado dos únicos membros constantes, e que deram nome ao grupo (Mick Fleetwood e John McVie). Digo coletivo porque a banda teve diversas formações, álbuns, e distintos músicos talentosos, mas sempre mantinha Mick e John em sua formação – mesmo que tenha sido idealizada por Peter Green, que inclusive escolheu seu nome, homenageando a dupla rítmica (um retrato de sua aversão à fama).

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Disco da Semana: As Canções de Péricles Cavalcanti

Para enriquecer a coluna desta semana, conversei com um tropicalista. Trata-se de Péricles Cavalcanti, cujo álbum Canções acaba de completar trinta anos. Aqui, o compositor fala sobre sua trajetória, exílio, contracultura, sua participação com Gilberto Gil em Copacabana Mon Amour, a icônica Portobello Road e, é claro, seu LP de estreia.

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Disco da Semana – Edy Star e sua Naturalidade Transgressora

Figura ímpar da música brasileira, Edy foi um dos intérpretes mais transgressores da década de 1960-1970. Com sua estética “cabarística”, ele era uma verdadeira mimetização do rock n’ roll em sua essência. Não completamente no sentido musical, ou sequer intencionalmente, mas no quesito atitude e aura, fatores orgânicos para o cantor. Ele mostra isso em seu primeiro disco solo, Sweet Edy, lançado em 1974. No álbum, Edy exibe sua exuberante presença cheia de irreverência e originalidade, fazendo interpretações de faixas de artistas ímpares da música brasileira, como Gilberto Gil, Caetano Veloso, Jorge Mautner, Erasmo Carlos, Moraes Moreira, entre outros – muitos dos quais compuseram canções especialmente para ele. Como ele mesmo diz: Uma colcha de retalhos.

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Disco da Semana: Um mergulho na música turca

Considerada a mais proeminente artista de uma cena extremamente prolífica da música turca, Selda Bagcan construiu uma carreira de mais de quatro décadas e lançou discos memoráveis e subversivos em uma época politicamente conturbada de seu país. O LP homônimo, de 1976, é considerado o principal trabalho da compositora, e uma ótima porta de entrada para quem quer mergulhar na música turca.

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