Progressivando: Bacamarte – Depois do Fim (1983)

Maio, o mês das mães, ano 2021 – a humanidade segue esperando o depois do fim. Enquanto isso, o Progressivando desse mês vem prosear sobre uma banda-mãe do rock progressivo brasileiro e sua obra-prima: Depois do Fim , lançado em 1983 pelo Bacamarte. Então vamos conhecer um pouco mais dessa pérola e aliviar o coração!

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Progressivando – Duas suítes do Prog

Que o rock progressivo é conhecido por suas músicas longas e complexas nós já sabemos, mas que tal conhecermos um pouco mais de suas clássicas suítes? No Progressivando de hoje teremos uma dupla de titãs para preencher facilmente quase uma hora de música: ELP e Yes!

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Progressivando: Islands (1971) – King Crimson

Muito renega quem não toma Islands como um dos grandes e únicos discos da carreira do King Crimson – banda quase sempre tida (justificadamente) como o berço do rock progressivo. Lançado em dezembro de 1971, é o quarto álbum de estúdio da banda e o último a ter todas as letras creditadas ao poeta Peter Sinfield, bem como os “sons e visão”. Junto a Sinfield, o genioso guitarrista Robert Fripp é quem assina todas as composições do LP. O baixista Boz Burrell (creditado também como responsável pelos vocais principais e “coreografia”) se junta ao saxofonista e flautista já tão conhecido dos fãs, Mel Collins, e ao percussionista Ian Wallace como formação responsável por gravar a obra, além de outros músicos convidados.

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Progressivando: In A Glass House (1973) – Gentle Giant

Como seria viver em uma casa de vidro? Como viver sob constante observação e julgamento externo? E como quebrar as suas paredes sem se machucar com os cacos? Essas são questões que podem nos atormentar por longos períodos e que foram brilhantemente transformadas em arte no álbum In a Glass House, lançado em 1973 pelos irreverentes ingleses da banda Gentle Giant.

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Progressivando: Cinco discos ao vivo de Prog Rock

Ah, os shows! Pessoas amontoadas em teatros, bares, arenas… Alguém derruba bebida em você, outro dança tão avidamente que ninguém ousa chegar perto, as pessoas pulam e levam você junto, aquele calor, nenhum ventilador funciona devidamente, os músicos vibram e a conexão com o público se dá pelas ondas sonoras envolvendo todo o ambiente, todos os corações. Deu saudade, né? Esse gostinho de sujar a roupa e lavar a alma ainda vai ter que esperar para ser revivido, então, é minha obrigação listar 5 discos ao vivo para você deixar o rock progressivo invadir seu toca-discos!

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Progressivando: Amon Düül II – Carnival in Babylon (1972)

O que fazer quando a identidade cultural do seu país está manchada pelo nazismo? Como buscar referências e ser autêntico sem poder se espelhar em nada que está ao seu redor? Amon Düül II foi uma das irreverentes bandas alemãs que conseguiu achar um caminho muito digno para essas respostas, e o assunto do Progressivando de hoje é Carnival in Babylon, quarto álbum do grupo lançado em 1972.

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Progressivando: Genesis -Nursery Cryme (1971)

Toque “Old King Cole” para mim para que eu possa me juntar a você… Já bem diria Cynthia em “The Musical Box”. Sim, o assunto de hoje é Nursery Crime em seus 50 anos muito bem vividos – primeiro disco do Genesis em sua formação mais célebre contando com o então novato Phil Collins comandando as baquetas e colorindo os artísticos vocais principais de Peter Gabriel, o também recém-chegado e virtuoso Steve Hackett, além da fiel e esplêndida dupla de Tony Banks nas teclas e Mike Rutherford no contrabaixo.

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Progressivando: Pink Floyd – Obscured By Clouds (1972)

Muitas vezes esquecido entre o Meddle e o The Dark Side of The Moon, esse disco poderia sintetizar vários aspectos de toda a obra floydiana, quase como uma epígrafe. Misterioso, sublime, introspectivo e cativante – o assunto de hoje é Obscured by Clouds, álbum de estúdio da aclamada banda britânica Pink Floyd que foi lançado em 1972 como trilha sonora do filme francês La Vallée de Barbet Schroeder.

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Progressivando: Curved Air – Live (1975)

“Pela primeira vez em dois anos, o original CURVED AIR” – Assim começa o visceral primeiro álbum ao vivo dessa banda inglesa, que misturou pitadas de música erudita e folk com o rock progressivo. Pioneiros dentro do gênero em explorar o violino como um dos seus pilares sonoros, o grupo também se destacava pela inigualável voz de Sonja Kristina, o que a tornava uma das poucas referências femininas no prog.

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